<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105</id><updated>2012-02-13T17:41:57.227-08:00</updated><category term='http://www.blogger.com/img/blank.gif'/><title type='text'>Letras  e Educação</title><subtitle type='html'>Disciplina e seriedade em defesa da ciência, um caminho para um homem mais humano e fraterno. Este é o papel da educação escolar. Vamos pensar nisso.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>28</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-4096316266776732899</id><published>2011-11-21T14:43:00.000-08:00</published><updated>2011-11-24T06:07:03.318-08:00</updated><title type='text'>A ferradura, o casco e os sapatos: uma reflexão do ensino da língua</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Betto Ferreira&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sabe por que o cavaleiro coloca a ferradura no casco do cavalo? Para preservá-lo diante do duro asfalto ou da estrada de pedra moldada.&amp;nbsp;É&amp;nbsp;o que fazemos também com nossos pés: os&amp;nbsp;protegemos com sapatos ou chinelos para não machucá-los na aspereza&amp;nbsp;asfática. Mas do que cavalo gosta mesmo é de sair por aí correndo livremente, sentido a maciez da relva e a textura da terra, a relinchar feliz,&amp;nbsp;ao&amp;nbsp;gosto da liberdade, com todo risco que a natureza lhe reserva. Caso&amp;nbsp;tropece e caia, a&amp;nbsp;naturalidade do tombo não deixará marcas, certamente: todo tropeço é natural.&amp;nbsp;&amp;nbsp;É assim com a língua. Nós, os cavaleiros, temos de protegê-la&amp;nbsp;com uma ferradura: as normas (gramática). Principalmente quando o caminho é de asfalto formal e cheio de marcas que regram o fluxo. Precisamos usar a língua&amp;nbsp;com&amp;nbsp; cuidado para não ferirmos o casco do cavalo, senão cavalos sem ferraduras seremos para muitos. O não uso da ferradura, é sinal de constrangimento, de envegonhamento alheio,&amp;nbsp;por estamos pondo em risco os próprios pés (a língua).&amp;nbsp;&amp;nbsp;O problema é que, assim como cavalos, a gente gosta também é de correr pela relva, pisar na areia, molhar-se na água.&amp;nbsp;Mas tudo isso não cai&amp;nbsp;bem se estamos de sapato-ferradura. Sapatos só é bom para pisar no asfalto, na pedra moldada. Fora disso, o lugar&amp;nbsp; dos sapatos é a sapateira, num canto escondido da casa.&amp;nbsp;Mas também é&amp;nbsp;bom saber que eles estão bem ali armazenados na sapateira. Porque quando a gente precisar ir para o asfalto novamnete, a gente vai e escolhe um sapato que nos caiba nos pés para melhor caminharmos, sabedores de onde estamos pisando - ainda que doidos de vontade para chegamos ao fim do asfalto. Então é assim: o cavaleiro protege o casco do cavalo da aspereza do asfalto com a ferradura. Mas na relva, na grama, na areia leve, o liberta da ferradura porque tem coisas que não é agradável para o bicho fazer com ferro no casco. A&amp;nbsp;gente também protege os pés com o sapato quando estamos no asfalto, e isso é bom. Mas tem coisas que é mais apropiado&amp;nbsp;para nós de fazer sem sapatos. Daí a gente vai e os tiras dos pés para fazer melhor. As normas da lingua&amp;nbsp; devem ser vistas como&amp;nbsp; uma referência, uma&amp;nbsp;proteção, uma espécie de preservação&amp;nbsp;da língua, como a ferradura para o casco e os sapatos para os pés, mas nunca como uso para sempre recomendado. Ás vezes, precisamos nos livrar dos sapatos, assim como o cavalo precisa se livrar da ferradura. A língua é como o casco e os pés da comunicação, e tem de ser usada por nós conforme o terreno em que pisamos (o contexto, a situação, a função ). Quando alguém se meter a afirmar que o que foi dito, foi dito de forma errada,&amp;nbsp;talvez esste alguém esteja usando a ferradura ou o&amp;nbsp;sapato da foramalidade, com a qual não se pode sentir&amp;nbsp;a verdadeira&amp;nbsp;textura do dito: onde, quando, como, para quem, para quê. O sapato-ferradura da formalidade, às vezes, mais machuca do que o trpeço da naturalidade. E fora do natural, sem ferradura-sapato, a dor do preconceito é irremediável. Por isso,&amp;nbsp; em se tratando de liguagem, o melhor a fazermos é ilustramos bem os sapatos, cuidarmos bem da ferradura do cavalo para o caso de serem necessários usá-los. Senão,&amp;nbsp;o melhor é andar descalço mesmo ou deixarmos que o cavalo nos leve, sem ferraduras a&amp;nbsp;impedi-lo,&amp;nbsp;pelos diversos caminhos que a língua nos oferece. &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-4096316266776732899?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/4096316266776732899/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=4096316266776732899&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/4096316266776732899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/4096316266776732899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2011/11/ferradura-e-os-cascos-do-cavalo-uma.html' title='A ferradura, o casco e os sapatos: uma reflexão do ensino da língua'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-1735514223976904908</id><published>2011-09-10T20:01:00.000-07:00</published><updated>2011-11-22T08:56:53.241-08:00</updated><title type='text'>PROFESSORES INÚTEIS E SEM AMOR: FUI UM DELES</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Betto Ferreira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensei que alguns velhos chavões que colocam a profissão de professor como sacerdócio ou como algo irrelevante para a sociedade fossem coisa do passado. Mas não é que recentemente tornei a ouvi-los de novo. E por pessoas que deveriam, pela função que exercem, ser mais cuidadosas a fim de que o que diz não vire rotina e/ou preconceito. &lt;span style="color: blue;"&gt;"Os professores são inúteis, só reclamam"&lt;/span&gt;, dito por um nobre vereador do interior de São Paulo. &lt;span style="color: blue;"&gt;"Os professores deveriam ensinar por amor e não por dinheiro"&lt;/span&gt;, dito pelo govenador do Ceará. O primeiro afirmou sua verdade através de uma págima de rlacionamneto da internet, usando como argumentos as queixas dos alunos e pais de que os professores não vão à escola e quando vão não dão aula. A verdade do outro foi dito à imprensa mesmo, com todo o poder que o cargo de governador lhe confere, diante das reivindicações dos professores estaduais do Ceará, em greve, por melhores salários e condições de trabalho. Ao ouvir isso, pensei: como fui cruel com o meu País, sobretudo com a cidade onde resido, São Paulo, por ter recebido do povo uns míseros reais para dar aulas por durante doze longos anos e naõ ter ensinado nada. (ao menos para boa parte dos alunos). Não deveria ter aceito a boa gentiliza do governo e ter ido todos os dias exercer a minha função por amor às crianças e adolescentes do meu País. Por que fui egoísta ao pensar também na minha família!. Ora, se eu escolhi essa função, o problema foi meu. Não devia receber nada por querer ser professor. Porque não foi ser jogador de futebol. Um juiz, talvez. Quem sabe até um bom pedreiro (o último que foi fazer um pequeno reboco no muro da minha casa cobrou R$ 600 por dois dias tde trabalho). Mas jamais professor. Professor não pode cobrar da sociedade dinheiro para ensinar as crianças e&amp;nbsp; adolescentes. Em especial quando se trata de professor da rede pública, porque o salário pago vem do suor do povo. Se o professor pretende ensinar a crinaças e adolescentes das classes mais abastadas, nas chamdas escolas privadas, aí talvez abra-se um excessão e ele ganhe uns bons trocados que lhe permita colocar seu filho também numa escola privada. Ainda que possua o mesmo &lt;i&gt;knowhow&lt;/i&gt; ou mais daquele outro, é ousadia demais do professor da escola pública exigir tal reconhecimento, porque o dinheiro que lhe paga o exercício de inutilidade vem do povo. Porfessor não pode ser pago para ensinar. Eu acho que Rubem Alves tem razão quando se faz entender em suas crônicas sobre educação que os professores são os "urubus" e o que ensinam não servem para nada. Acho que vem daí a justificativa de que nada recebam pelo que faz. Outro dia, depois de ter ouvido os chavões acima, eu não acreditei que um ex-aluno meu pudesse postar em minha caixa de e-mail a seguinte frase: "Olá, professor, tá lembrado de mim, sou &lt;i&gt;fulano de tal&lt;/i&gt;, seu ex-aluno, quero lhe agradecer por sua inssitência em querer me ensinar português e pedir desculpas por eu achar que aquilo era inútil". "Desculpe-me pela insistência", eu respondi.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-1735514223976904908?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/1735514223976904908/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=1735514223976904908&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/1735514223976904908'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/1735514223976904908'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2011/09/professores-inutei-s-e-sem-amor-fui-um.html' title='PROFESSORES INÚTEIS E SEM AMOR: FUI UM DELES'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-828707800689728376</id><published>2011-06-04T19:59:00.000-07:00</published><updated>2011-11-22T08:57:24.034-08:00</updated><title type='text'>"POR UMA VIDA MELHOR", O ERRADO É QUESTÃO DE PONTO DE VISTA</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;br /&gt;Betto Ferreita&lt;br /&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-pmjOkgxypW4/TerwGyWrtXI/AAAAAAAAB0M/0IBXKu6QFag/s1600/Livro+Por+uma+vida+melhor.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320px" src="http://1.bp.blogspot.com/-pmjOkgxypW4/TerwGyWrtXI/AAAAAAAAB0M/0IBXKu6QFag/s320/Livro+Por+uma+vida+melhor.jpg" width="240px" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif;"&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Capa de Por uma vida melhor (Editora Global)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="margin-left: 18pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Primeiro, foi um livro de história que trazia um capítulo sobre Che Guevara. Recentemente, foi o livro de Monteiro Lobato. Teve ainda o chamado “kit gay”. Agora, o problema é o l&lt;span style="color: blue;"&gt;ivro Por uma vida melhor&lt;/span&gt;. Estão dizendo que ele ensina o menino a falar errado. Fui ler o livro. Descobri que o problema estava no capítulo que trata da variedade popular da língua. O capítulo não ensina a falar “errado”, mas a pensar a Língua como algo vivo e dinâmico, como algo que varia sem perder a sua essência que a comunicação entre os falantes da língua, como e por que nos fazemos entender com ela. Muitos meninos e meninas se perguntam por que se deve falar “assim ou assado” para querer dizer determinada “coisa”. A escola não pode, não deve, privar o aluno desta curiosidade. Seria uma espécie de ditadura do conhecimento. Mais ou menos assim: “você deve falar/escrever assim porque é assim que se escreve e pronto”. E, aí, cadê a liberdade de pensar, de questionar, de inferir?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 18pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Como professor, eu sempre procurei instituir em minhas aulas de Português um pouco da teoria lingüística que aprendi. E olha que eu sempre tive sucesso junto àqueles jovens alunos que têm vontade de discutir as “coisas” do mundo. Aprenderam comigo que o modo de falar que se usa no dia a dia serve à comunicação, mas que o modo de falar chamado padrão, o determinado pela gramática normativa, que eu os fiz conhecer na escola (porque é na escola que se estuda isso, em qualquer país do mundo) também serve, e muito. &amp;nbsp;E eles aprenderam direitinho. E com uma vantagem: se tornaram mais conhecedores da sua própria língua e menos preconceituosos com eles mesmos e com os outros. Nos primeiros dias de aula, eu costumava ouvir de certos alunos: “Eu não sei falar português”. No final, ouvia os alunos dizerem:”Eu não sabia falar a norma padrão, que não é a única forma de usar a língua, mas agora sei também”. E nem por isso saíram a escrever a uso popular da língua em redações formais, como exames e concursos. A proposta é maravilhosa (pena que é só um capítulo), só quem não conhece o valioso estudo linguístico ao longo dos anos é que se precipita em dizer bobagens. O futebol profissional tem suas regras, mas isso não impede de no dia a dia ser jogado com a mesmo emoção e a mesma importância por um grupo de amigos, na rua, na praia, na várzea. Agora, se uma pessoa quiser jogá-lo profissionalmente, ela terá que conhecer as normas do jogo, oficialmente falando, e praticá-las, em que pese o fato de que algumas regras do jogo sejam muito chatas, deixa-o muito aborrecedor: não poder fazer firulas com a bola, não poder tirar a camisa ao comemorar um gol, não poder dar uma paradinha ao cobrar um pênalti – no futebol profissional não há mais poesia. Assim é a língua. Sem o modo popular (que é mais natural), por exemplo, não haveria a poesia falada e cantada.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 18pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;Quem estaria errado hoje com relação ao uso do verbo TER com valor de HAVER em situações como esta: “Tem pessoas que…”, “Tem uma coisa que…”, “Tem duas TVs lá em casa”. O verbo TER , conforme a regra padrão, não pode ser usado com valor de HAVER em casos como estes. No entanto, a maioria absoluta dos brasileiros, seja letrados ou não letrados, escolarizados ou não escolarizados, alfabetizados ou não alfabetizados, usam-no assim. Quem está errado: a norma ou os usuários da língua? Gente, o livro é muito bom e segue um princípio democrático no ensino da língua. Agora, como qualquer outra ferramenta de ensino precisa de alguém que saiba usá-lo; senão não terá efeito positivo, assim como acontece com qualquer outra ferramenta feita para serem usadas com boas intenções. Exemplo: a faca foi criada para facilitar a nossa vida, mas foi usada por muitos para ferir também.Quando eu era criança, me fizeram acreditar que o mundo só ia até onde os meus olhos viam. Um pouquinho depois, caminhando, descobri que na verdade tudo era uma questão de ponto de vista.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-828707800689728376?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/828707800689728376/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=828707800689728376&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/828707800689728376'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/828707800689728376'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2011/06/por-uma-vida-melhor-o-errado-e-questao.html' title='&quot;POR UMA VIDA MELHOR&quot;, O ERRADO É QUESTÃO DE PONTO DE VISTA'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-pmjOkgxypW4/TerwGyWrtXI/AAAAAAAAB0M/0IBXKu6QFag/s72-c/Livro+Por+uma+vida+melhor.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-1958774357723206075</id><published>2011-03-06T20:46:00.000-08:00</published><updated>2011-03-08T18:44:09.866-08:00</updated><title type='text'>Demitido, prof. Betto não é mais professor da Rede Pública Estadual de Ensino de SP</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-5Iqxqzn8UMo/TXRiziIXo3I/AAAAAAAABw4/cPRRFDAeIGA/s1600/passeata-20.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="257" src="https://lh6.googleusercontent.com/-5Iqxqzn8UMo/TXRiziIXo3I/AAAAAAAABw4/cPRRFDAeIGA/s400/passeata-20.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Foto arquivo: profesores na av. Paulista, SP, pela melhoria no ensino&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O professor Betto Ferreira não é mais integrante do quadro do magistério do Estado de São Paulo. Expliquemos: em 2007, a pedido da direção da escola estadual prof. dr.Laerte Ramos de Carvalho,&amp;nbsp; na zona sul de São Paulo, e acolhido pela Supervisão de Ensino da região, foi aberto um &lt;span style="color: blue;"&gt;processo por atos indisciplinares contra o professor.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entre as acusações: proferir palavrões em sala de aula, desrespeitar as convicções político-religiosas dos alunos, defender o presidente Lula e o PT e se negar a explicar de forma a contento a matéria em sala de aula. O processo foi suspenso no ano seguinte, após averiguações preliminares, e reaberto no final de 2009, pelos mesmos motivos. Até então, o professor Betto de nada sabia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em 2010, logo nos primeiros dias letivos, ainda alheio à situação, o professor foi avisado de que, a partir daquele dia (era 24 de fevereiro), ele estava afastado das atividades do magistério e da escola na qual ensinou por dez anos, tendo que comparecer à Delegacia da Região (Sul-3) para executar serviços puramente burocráticos. É que, também sem que o professor soubesse, o processo havia chegado à Coordenadoria de Procedimentos Disciplinares do Governo do Estado (CPD).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O professor, que pensava poder se defender em fórum adequado e imparcial, foi o primeiro a ser convocado pela promotoria da CPD para respnder às acusações. Depois, foram ouvidas as testemunhas de acusação (a diretora da escola, a coordenadora, uma ex-supervisora de ensino, 2007, e duas alunas) e, finalmente, as testemunhas de defesa do professor (duas professoras, uma delas havia sido vice-diretora em 2008, e três alunos). Detalhe: ao serem quetionadas pela promotora da CPD, as duas alunas -estemunha de acusação não confirmaram os chamados ilícitos atribuídoas ao professor. Diseram que "ouviram falar".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: blue;"&gt;No último dia 18 de janeiro&lt;/span&gt;, na Imprensa Oficial, a Secretaria de Educação do Estado de São  Paulo fez publicar uma Resolução&amp;nbsp; com a decisão do Secretário de Educação do Estado de São Paulo sobre o caso: tomando por base o relatóriao final da promotoria da CPD e o Parecer da Consultoria Jrurídica da Pasta, o&lt;span style="color: blue;"&gt; professor Betto foi punido com a pena de demissão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É, o professor pensou que pudesse ser ouvido em fórum imparcial. Mas de nada valeram seus argumentos, suas declarações: 11 anos de dedicaçção exclusiva, numa única escola, curso de línguas, cursos de apefreiçoamento, (inclusive junto à Delegacia de Ensino) especialização, promoção e participação em eventos da escola (ida à excussões, teatros, estação ciência, viagens) da Delegacia de Ensino e da Secretaria de Cultura, como o Projeto Adhemar Guerrade Teatro em 2002,&amp;nbsp; e Mestrado. (de 2006 a 2008) .Também não foram levados em conta as declarações contrárias às acusações das testemunhas de defesa.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas, segundo o professor, apesar da "visão de fora" dos julgadores do Governo, o testemunho de seus alunos e das profesoras perante à promotoria - além das várias manifestações de apoio de colegas , alunos outros e ex-alunos que recebeu - lhe deram a certeza do dever cumprido. Embora reconheça que muito ainda pudesse fazer, o professor Betto se diz convicto de&amp;nbsp; que contribuiu muito, de forma positiva, para avida de muitos garotos e garotas. &lt;span style="color: blue;"&gt;"Já fui muito constrangido dentro e fora da escola, mas jamais me permiti fazer o mesmo, ou deixar alguém fazer, com algum de meus alunos"&lt;/span&gt;, afirma o professor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O professor acha injusto que tenha sido o responsável pelo processo de declínio pelo qual a escola vinha passando nos últimos anos. Mas acredita que, um dia, quando a educação escolar for levado a sério de fato, tanto por governos como pela sociedade em geral, as coisas tenderão a melhorar. "Não pode ficar pior do que está", acredita o professor, que diz está se virando com a saudade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-1958774357723206075?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/1958774357723206075/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=1958774357723206075&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/1958774357723206075'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/1958774357723206075'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2011/03/pprofessor-betto-nao-e-mais-professor.html' title='Demitido, prof. Betto não é mais professor da Rede Pública Estadual de Ensino de SP'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='https://lh6.googleusercontent.com/-5Iqxqzn8UMo/TXRiziIXo3I/AAAAAAAABw4/cPRRFDAeIGA/s72-c/passeata-20.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-716278226821315608</id><published>2009-05-17T12:57:00.000-07:00</published><updated>2009-05-29T18:03:44.754-07:00</updated><title type='text'>REVISTA DO BRASIL DENUNCIA PROBLEMAS E ESCÂNDALOS NA EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/ShBtjY5xd4I/AAAAAAAAAx8/JZk1Q0zsenU/s1600-h/Capa+RB.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 167px; height: 205px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/ShBtjY5xd4I/AAAAAAAAAx8/JZk1Q0zsenU/s200/Capa+RB.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336886013181654914" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;Capa da edição de nº 34&lt;br /&gt;da Revista do Brasil&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;meta equiv="Content-Type" content="text/html; charset=utf-8"&gt;&lt;meta name="ProgId" content="Word.Document"&gt;&lt;meta name="Generator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;meta name="Originator" content="Microsoft Word 11"&gt;&lt;link rel="File-List" href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CADMINI%7E1%5CCONFIG%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;/div&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} p.MsoBodyTextIndent, li.MsoBodyTextIndent, div.MsoBodyTextIndent 	{margin-top:0cm; 	margin-right:0cm; 	margin-bottom:6.0pt; 	margin-left:14.15pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Tabela normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin:0cm; 	mso-para-margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:10.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-ansi-language:#0400; 	mso-fareast-language:#0400; 	mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoBodyTextIndent"  style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 14.15pt;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoBodyTextIndent"  style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 14.15pt;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Resultados recentes de métodos que avaliam a educação no Brasil, como o Enem, mostram que em São Paulo a situação é lastimável, principalmente por ser este o estado mais rico da federação. Em sua edição nº 34 (abril/2009), a Revista do Brasil revela duas facetas do governo paulista que podem explicar o mal rendimento escolar dos alunos no estado. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyTextIndent"  style="margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 14.15pt;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Com o título “Professores à deriva”, a reportagem, assinada por Thiago Domenici, revela a deprimente situação dos professores Admitidos em Caráter Temporário, os chamados ACTs, verdadeiros “nômades” da educação que, conforme levantou a resvista, deveriam ser chamados apenas em caráter emergencial. De acrodo com Maria Isabel de Almeida, doutora em didática pela USP, citada na reportagem, a função se tornou permanente porque a vulnerabilidade desses profissionais atende melhor aos interesses do sistema educacional. A revista revela que o estado tem em torno de 230 mil educadores, dos quais, 100 mil&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;são ACTs. Estes, por não terem vínculo com o governo, também não têm os mesmos direitos dos efetivos, como férias remuneradas e incorporações das gratificações.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;E todo ano, recomeçam do zero.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyTextIndent"  style="margin-left: 0cm; text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;ACORDOS MILIONÁRIOS: Outro ponto é a denúncia dos milionários contratos envolvendo o governo do estado o os poderosos grupos Globo e Abril. A reportagem informa que os principais produtos adquiridos da Abril pela Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), órgão ligado à Secretaria Estadual da Educação,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;  &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;incluem as revistas &lt;i&gt;Recreio&lt;/i&gt; e &lt;i style=""&gt;Nova Escola&lt;/i&gt; e o &lt;i&gt;Guia do Estudante-Atualidades vestibular&lt;/i&gt;. Só no Ano passado, segundo apurou a revista, os custos dos pedidos giraram em torno de R$ 11,5 milhões. Já para a Fundação Roberto Marinho, da Globo, segundo informa a reportagem, o governo do estado pagou em 2008 R$ 30 milhões com publicações do Projeto Telecurso Tec do Centro Paula Souza, autarquia que administra as Escolas Técnicas (Etecs) e faculdades de tecnologias do estado. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyTextIndent"  style="margin-left: 0cm; text-align: justify;font-family:georgia;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Confira matéria completa no portal &lt;a style="color: rgb(51, 102, 255);" href="http://www.redebrasilatual.com.br/revistas/34/professores-a-deriva/view"&gt;Rede Brasil Atual&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-716278226821315608?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/716278226821315608/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=716278226821315608&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/716278226821315608'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/716278226821315608'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2009/05/revista-do-brasil-denuncia-problemas-e.html' title='REVISTA DO BRASIL DENUNCIA PROBLEMAS E ESCÂNDALOS NA EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/ShBtjY5xd4I/AAAAAAAAAx8/JZk1Q0zsenU/s72-c/Capa+RB.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-6228617899135840402</id><published>2009-03-17T17:40:00.000-07:00</published><updated>2009-03-18T18:57:57.551-07:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='http://www.blogger.com/img/blank.gif'/><title type='text'>Sérgio Haddad pede pela descriminalização do professor</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mês passado, o resultado de uma avaliação aplicada aos professores temporários de São Paulo, cujo objetivo inicial era integrar um dos critérios para contratação, serviu na verdade para o Governo do Estado revelar à opinião pública o verdadeiro culpado pela situação precaria da educaçao pública paulista: o pr&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/ScBQcOI6kvI/AAAAAAAAAsk/oqctjz941MY/s1600-h/S%C3%A9rgio+Haddad.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5314336006059234034" style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; width: 320px; cursor: pointer; height: 240px;" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/ScBQcOI6kvI/AAAAAAAAAsk/oqctjz941MY/s320/S%C3%A9rgio+Haddad.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;ofessor. Segundo o Governo, dos 24o mil professores avaliados, cerca de 40% dos que ficaram abaixo da média não conseguiram pontuar. A Folha de São Paulo, jornal que tem se mostrado parcial em favor do Governo paulista, estampou em manchete do dia seguinte ao resultado: "Porfessor nota zero". Mas houve quem desconfiasse da atitude do governo e da Folha. Entre as várias personalidades que reagiram a superficialidade dada ao tema, está o doutor em educação &lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Sérgio Haddad &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;(foto).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Em um belo artigo, publicado inicialmente pela Agência Brasil de Fato, depois repetido em outras mídias alternativas, Haddad, que também é diretor presidente do Fundo Brasil de direitos Humanos, chama atenção &lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;pela necessidade da&lt;/span&gt; descriminalização do professorado&lt;/span&gt; a quem sempre se imputa,segundo ele, a culpa pelo mal desempenho escolar da população. Afinal, &lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;"não foi o professorado que produziu esta situação, ao contrário, ele procura realizar o seu trabalho de forma honesta mesmo sob condições indignas"&lt;/span&gt;, diz o educador. &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;a href="http://docs.google.com/Edit?id=df685z8h_48krfh8dsk"&gt;Clique&lt;/a&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;e veja artigo completo.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-6228617899135840402?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/6228617899135840402/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=6228617899135840402&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/6228617899135840402'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/6228617899135840402'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2009/03/sergio-haddad-peda-pela.html' title='Sérgio Haddad pede pela descriminalização do professor'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/ScBQcOI6kvI/AAAAAAAAAsk/oqctjz941MY/s72-c/S%C3%A9rgio+Haddad.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-7506683247406826353</id><published>2009-02-15T18:34:00.002-08:00</published><updated>2009-03-22T13:16:29.511-07:00</updated><title type='text'>Presidenta da APEOESP critica proposta curricular de SP</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/ScacXlcXsBI/AAAAAAAAAs0/vyQm_1MBQh0/s1600-h/Gov+SP.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/ScacXlcXsBI/AAAAAAAAAs0/vyQm_1MBQh0/s320/Gov+SP.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5316108339159478290" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;Detalhe da capa da cartilha do professor: mapa de São Paulo lembra um tucano&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Em editorial no site da entidade, a presidenta da APEOESP (Sindicato dos professores de São Paulo), professora Maria Izabel Azevedo Noronha, critica de forma contundente a mais nova proposta curricular do Governo de São Paulo. Em vigor desde o ano passado, para a professora Izabel, trata-se de um currículo minimalista, com disciplinas centradas em habilidades que só reproduzem conhecimento, e não na formação do aluno com base na reflexão e no incentivo à elaboração do conhecimento. Izabel Noronha diz ainda que a proposta também não se articula com o atual contexto econômico, social e&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;político e não corresponde às necessidades, inclusive materiais, de um ensino de qualidade. Para a sindicalista, a proposta reflete bem o tipo de cidadão que o estado pretende formar. &lt;a href="http://apeoespsub.org.br/especiais/curriculo_autorit.html"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/div&gt; e leia na íntegra o texto da professora.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-7506683247406826353?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/7506683247406826353/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=7506683247406826353&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/7506683247406826353'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/7506683247406826353'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2009/02/presidenta-da-apeoesp-critica-proposta.html' title='Presidenta da APEOESP critica proposta curricular de SP'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/ScacXlcXsBI/AAAAAAAAAs0/vyQm_1MBQh0/s72-c/Gov+SP.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-918538978828268845</id><published>2008-12-11T18:42:00.000-08:00</published><updated>2008-12-12T05:16:02.942-08:00</updated><title type='text'>Acordo ortográfico: reforma ou unificação?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/SUJjIm1daqI/AAAAAAAAAeA/HdZaMDaIjS4/s1600-h/Prf.+Regina.jpeg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 207px; height: 275px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/SUJjIm1daqI/AAAAAAAAAeA/HdZaMDaIjS4/s320/Prf.+Regina.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5278890712746519202" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Sancionado este ano pelos países do bloco lusofônico - aqueles que têm o português como idioma oficial -, o novo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;acordo ortográfico&lt;/span&gt; da Língua Portuguesa tem causado uma grande confusão entre nós brasileiros. A dúvida mais comum é se o acordo significa  uma reforma total da Língua. Não. Nem poderia ser assim, conforme bem esclarece a professora&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 255);"&gt; Regina Helena Pires de Brito&lt;/span&gt; (foto) do Programa de Pós-Graduação em Letras da Universidade Mackenzie de São Paulo. Segundo a professora, o acordo, que entrará em vigor no próximo ano, trata-se apenas da "unificação" de alguns aspectos do sistema gráfico da Língua (modalidade escrita), como as regras da acentuação gráfica e  o uso do hífen. Nesse sentido, o acordo não tem caráter de reforma porque não interfere na &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;identidade lingüística&lt;/span&gt; dos falantes nem dos Países, como o sotaque e a semãntica. &lt;a href="http://docs.google.com/Doc?id=df685z8h_2636ktwjg8&amp;amp;hl=en"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt; e leia a opinião da professora em entrevista ao site Conexão Professor.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-918538978828268845?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/918538978828268845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=918538978828268845&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/918538978828268845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/918538978828268845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2008/12/aocordo-ortogrfico-reforma-ou-unificao.html' title='Acordo ortográfico: reforma ou unificação?'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/SUJjIm1daqI/AAAAAAAAAeA/HdZaMDaIjS4/s72-c/Prf.+Regina.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-7443268421140073918</id><published>2008-12-01T07:06:00.000-08:00</published><updated>2008-12-01T07:27:59.085-08:00</updated><title type='text'>Ministro argentino: a escola deve formar as bases do pensamento científico</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;Em entrevista a Ricardo Prado, repórter da revista &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Carta Capital&lt;/span&gt;, &lt;span style="color: rgb(51, 102, 255); font-weight: bold;"&gt;Juan Carlos Tedesco&lt;/span&gt;, Ministro da Educação da Argentina, aborda de forma muito inteligente o dilema vivido por estudantes e professores do ensino médio diante de um mundo que se reinventa continuamente. Para o Ministro, é claro que a escola deve estar sempre atenta às mudanças mundiais, mas isso não significa dizer, diz ele, que ela deva se submeter a um processo de mudanças constantes como se vê no mundo. Segundo Tedesco, &lt;span style="color: rgb(51, 102, 255); font-weight: bold;"&gt;o que a escola precisa fazer é preparar seus alunos para as mudanças.&lt;/span&gt; Para isso, a escola deve &lt;span style="color: rgb(51, 102, 255); font-weight: bold;"&gt;formar no aluno o que ele chama de “núcleo duro” e estável do conhecimento&lt;/span&gt; - &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;as regras básicas do pensamento científico como a demonstração, a prova empírica ou a experimentação&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255); font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;- com o qual, afirma Tedesco, o aluno sempre conseguirá incorporar o novo. Nesse sentido, cabe a escola transmitir a predisposição de se estar permanentemente perguntando: “o que há de novo?” Com relação à obrigatoriedade da escola secundária, o ministro acha que esta não deve ser uma questão sujeita apenas às medidas educacionais, tais como construir escolas, equipá-las com computadores e equipamentos necessários, mudar currículos etc. &lt;span style="color: rgb(51, 102, 255); font-weight: bold;"&gt;“Também é necessário que as famílias melhorem as condições de vida, de modo que seus filhos não precisem trabalhar antes de terminar o ensino médio”&lt;/span&gt;, afirma o Minstro portenho. &lt;a href="http://www.cartanaescola.com.br/edicoes/30/a-escola-deve-ser-pre-competitiva"&gt;Entrevista completa.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-7443268421140073918?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/7443268421140073918/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=7443268421140073918&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/7443268421140073918'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/7443268421140073918'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2008/12/ministro-argentino-escola-deve-formar.html' title='Ministro argentino: a escola deve formar as bases do pensamento científico'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-1568451043784120772</id><published>2008-11-19T10:28:00.000-08:00</published><updated>2008-12-02T11:58:06.049-08:00</updated><title type='text'>Mestrado: professor Betto aborda romantismo nas crônicas de Rubem Alves</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As crônicas de &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;Rubem Alves&lt;/span&gt;, ao longo das duas últimas décadas, tem influenciado bastante o pensamento pedagógico brasileiro, sobretudo no espaço da educação básica. O estilo romântico e poético com que aborda o tema da educação é motivo de admiração por parte de muitos professores e pedagogos, pois que soa como uma proposta inovadora e estimulante para a atual  e conflitante relação ensino-aprendizagem praticada nas escolas brasileiras.  Por isso, muito também já se escreveu sobre os seus textos (resenhas, artigos, dissertações, teses ), quase sempre de forma positiva. O professor Betto Ferreira passou a integrar o time daqueles que estudam os efeitos da obra do autor, mas com um olhar um pouco diferente do de costume. No último dia 14 de novembro (sexta-feira), na &lt;span style="color: rgb(51, 102, 255); font-weight: bold;"&gt;Universidade Presbiteriana Mackenzie&lt;/span&gt;, o professor defendeu sua dissertação de &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;Mestrado&lt;/span&gt; na qual procura desmistificar a visão romântica da educação proposto por Alves em suas crônicas. Para o professor, por meio da visão romântica e afetuosa, Alves pretende desconstruir a escola como espaço do fazer científico, o que, para o professor, não parece ser uma solução muito pedagógica: "Às vezes, é preciso nos desumanizarmos um pouco para nos entendermos enquanto humanos que somos", diz o professor.&lt;br /&gt;Leia a &lt;a href="http://docs.google.com/Doc?id=df685z8h_25gjb4pcck&amp;amp;hl=en"&gt;introdução do trabalho.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-1568451043784120772?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/1568451043784120772/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=1568451043784120772&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/1568451043784120772'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/1568451043784120772'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2008/11/mestrado-professor-betto-aborda.html' title='Mestrado: professor Betto aborda romantismo nas crônicas de Rubem Alves'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-5336051401131956338</id><published>2008-10-25T18:20:00.000-07:00</published><updated>2008-11-06T07:18:23.956-08:00</updated><title type='text'>Senadora propõe alteração na LDB</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo informações do sítio do Partido dos Trabalhadores,  publicadas no dia 24.10, a senadora Fátima Cleide (PT-RO)  protocolou na Secretaria da Mesa Diretora do Senado dois Projetos  de Leis propondo alteração na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB).&lt;br /&gt;Um dos PLS (nº 396/2008), &lt;span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;"&gt;limita o número máximo de alunos em sala de aula&lt;/span&gt;; já o outro  (nº397/2008), pretende  assegurar que  &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 0, 153);"&gt;metade da carga horária seja usada para atividades de estudo, planejamento e avaliação &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;para professores em regime integral (40 horas semais). Os Projetos foram protocolados pela Senadora no dia anterior a publicação da notícia no sítio do partido (23.10).  &lt;a href="http://docs.google.com/Doc?docid=df685z8h_20g7xbgmvt&amp;amp;hl=en"&gt;Leia mais.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-5336051401131956338?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/5336051401131956338/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=5336051401131956338&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/5336051401131956338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/5336051401131956338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2008/10/senadora-prope-alterao-na-ldb.html' title='Senadora propõe alteração na LDB'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-1047955850793243296</id><published>2008-10-17T20:07:00.000-07:00</published><updated>2009-02-27T15:55:28.408-08:00</updated><title type='text'>Professores se sentem desvalorizados, diz pesquisa</title><content type='html'>&lt;h1 style="text-align: center;" align="center"&gt;&lt;/h1&gt;&lt;h2  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);font-size:85%;" &gt;Mais de 80% dos professores se sentem desvalorizados pela sociedade. O cenário não muda dentro da escola, onde 75% acha que a administração do colégio ou mesmo da secretaria de educação de sua cidade não reconhecem a importância da categoria. A constatação é da pesquisa "A qualidade da educação sob o olhar do professor", da Fundação SM e da Organização dos Estados Ibero-americanos. Mais de 8 mil professores em 19 estados participaram do estudo. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);font-size:85%;" &gt;&lt;a style="font-weight: normal;" href="http://docs.google.com/Doc?docid=df685z8h_15ghxc65ft&amp;amp;hl=en"&gt;Leia mais.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-1047955850793243296?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/1047955850793243296/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=1047955850793243296&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/1047955850793243296'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/1047955850793243296'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2008/10/professores-se-sentem-desvalorizados.html' title='Professores se sentem desvalorizados, diz pesquisa'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-5694767684053909864</id><published>2008-08-30T21:43:00.000-07:00</published><updated>2008-09-28T12:29:05.184-07:00</updated><title type='text'>As mudanças na Língua</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Por Betto Ferreira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante da celeuma que se criou em torno do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, enfim sancionado este ano pelos Países do bloco lusofônico (aqueles que têm o Português como idioma oficial), deixo aqui uma síntese das novas regras a partir do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Guia Prático da Nova Ortografia&lt;/span&gt;, elaborado pelo professor Douglas Tufano e publicado pela editora Melhoramentos (2008). Adianto, desde já, que não há motivo para desespero. Em termos de Língua, algumas regras da modalidade escrita são feitas para serem consultadas. O &lt;span style="font-style: italic;"&gt;saber de cor&lt;/span&gt;, só com o uso e o tempo. &lt;a href="http://docs.google.com/Doc?id=df685z8h_12dj8n4wdk&amp;amp;hl=en"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Clique aqui e leia.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-5694767684053909864?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/5694767684053909864/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=5694767684053909864&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/5694767684053909864'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/5694767684053909864'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2008/08/as-mudanas-na-lngua.html' title='As mudanças na Língua'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-5105856975920044066</id><published>2008-06-18T09:58:00.000-07:00</published><updated>2009-02-27T15:56:11.956-08:00</updated><title type='text'>Sérgio Haddad: Fala mestre! Fala mestra!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/SF3eAGyH_lI/AAAAAAAAARg/8XEzob38Ua4/s1600-h/passeata-20.06.08.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 450px; height: 236px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/SF3eAGyH_lI/AAAAAAAAARg/8XEzob38Ua4/s320/passeata-20.06.08.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5214568036967120466" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;São Paulo: 60 mil professores em passeata contra medidas do Governo do Estado no último dia 20.06 (sexta-feira)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2  style="font-weight: normal;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Por Betto Ferreira&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2  style="text-align: justify; font-weight: bold;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-weight: normal; font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);font-size:85%;" &gt;&lt;span&gt;Em artigo publicado  no site da revista Forum, no último dia 18/06 (quarta-feira), Sérgio Haddad, professor da Faculdade de Educação da USP, faz uma interessante e oportuna leitura da situação do professor hoje no Brasil. Para ele,  como categoria profissional, o professorado de escola pública só aparece na mídia de forma negativa e quase sempre, denuncia, ao professor é imputada a responsabilidade sobre todos os males do ensino: ou é mal formado, ou sem interesse, ou falta muito às aulas, ou é incompetente, ou é corporativo, só pensa no salário e na carreira e não nos alunos ou, ainda, é um coitado, vítima da violência dos próprios alunos.  Em sua longa exposição, Haddad chama a atenção para o fato de que em todas as discussões públicas sobre educação, quase sempre, a voz que aparece nos meios de comunicação é a voz dos dirigentes ou dos chamados especialistas e nunca do professorado. Entre os “especialistas”, critica o professor, ultimamente, quem mais tem falado são os empresários que falam apenas do sentido de uma educação para o desenvolvimento e para a economia. Segundo Haddad, em seus discursos, os empresários criticam o modelo de gestão, falam em produtividade do sistema e em como obter melhores respostas com menores custos. Se pudessem, acusa Haddad, substituiriam os professores por máquinas, pois podem ser domadas. No final do artigo Sérgio Haddad conclama os professores a se manifestarem com um sugestivo grito: "Fala mestre! Fala mestra! Veja &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: normal; font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;a href="http://www.revistaforum.com.br/sitefinal/NoticiasIntegra.asp?id_artigo=3275"&gt;artigo completo.&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-5105856975920044066?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/5105856975920044066/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=5105856975920044066&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/5105856975920044066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/5105856975920044066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2008/06/srgio-haddad-fala-mestre-fala-mestra.html' title='Sérgio Haddad: Fala mestre! Fala mestra!'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/SF3eAGyH_lI/AAAAAAAAARg/8XEzob38Ua4/s72-c/passeata-20.06.08.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-1496429624196936109</id><published>2008-06-05T06:42:00.000-07:00</published><updated>2008-06-05T07:17:58.134-07:00</updated><title type='text'>Trabalhar aos 15 anos?</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;  &lt;/p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Por Betto Ferreira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;O texto a seguir foi publicado na seção “Fala Povo” do &lt;a href="http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=0&amp;amp;ex=fp&amp;amp;pagina=5"&gt;Portal Vermelho&lt;/a&gt; (02.06.2008), em resposta a artigo que abordava o desemprego entre os jovens no Brasil. Como tem sido comum entre os analistas, o artigo enaltece a idéia de que o desocupação  entre jovens de 15 anos é bem maior que em outras faixas de idade, sugerindo que é preciso fazer algo para diminuir o desemprego entre os jovens dessa faixa de idade. Eu tenho a minha opinião sobre o assunto. Aliás, há algum tempo atrás eu já havia comentado aqui neste blog. &lt;a href="http://letraseeducacao.blogspot.com/2007/09/adolescente-trabalhar-para-no-ser.html"&gt;Confira&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong style="font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;***************************************************************&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;p style="text-align: justify; color: rgb(102, 0, 204);" class="MsoNormal"&gt;Gostaria de saber de algum especilaista no assunto se em Países do chamado primeiro mundo jovem de 15 a 18 anos é incluído em pesquisas de (des)emprego.&lt;br /&gt;A meu ver isso é precipitado. Uma pessoa nessa idade deve estar estudando e se preparando para enfrentar o mercado depois de terminado os estudos básicos. Claro, deve se sentir muito bem respaldado, pela família e pela sociedade, para que naõ se sinta inútil e desqualificado, enquanto a fase do trabalho não chegue.&lt;br /&gt;Para isso, a escola deve ser encarada pelo jovem como um fazer de grande valor. Infelizmente, isso não vem ocorrendo porque a própria sociedade e governos não valorizam a educação-escolar como deveria ela ser.&lt;br /&gt;Basta ver como são tratados os profissionais dessa área: total descaso por parte de vários governo estaduais e por parte da própria comunidade local. No dia em que um jovem perceber a escola como algo de valor, ele vai pensar menos em trabalhar (dinheiro) e vai estudar mais, claro, guardadas as caracteríticas de cada um. Lugar de jovem é na escola, não no trabalho.&lt;/p&gt;  &lt;p style="color: rgb(102, 0, 204);" class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal; color: rgb(102, 0, 204);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-1496429624196936109?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/1496429624196936109/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=1496429624196936109&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/1496429624196936109'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/1496429624196936109'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2008/06/trabalhar-aos-15-anos.html' title='Trabalhar aos 15 anos?'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-9155165373762681959</id><published>2008-06-02T07:24:00.001-07:00</published><updated>2008-06-03T08:49:41.162-07:00</updated><title type='text'>Teatro: A visita de uma velha senhora</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/SEVneS-pYII/AAAAAAAAAQM/sUrEeqCiGQY/s1600-h/foletim.png"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 178px; height: 234px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/SEVneS-pYII/AAAAAAAAAQM/sUrEeqCiGQY/s200/foletim.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5207682314312179842" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;Por Betto Ferreira&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;A visita de uma velha e rica senhora  a sua terra natal depois de 30 anos mostra como o dinheiro pode corromper a vida humana. Ao encontrar a cidade arruinada, a mulher (Clara, é seu nome) oferece ajuda, porém com uma condição: vingar-se do ex-marido, que a expulsara da cidade, grávida, causando-lhe uma vida de sofrimento. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Esta é a sinopse da peça &lt;span style="color: rgb(0, 0, 153); font-weight: bold;"&gt;A visita de uma velha senhora&lt;/span&gt; que faz parte  da 68ª Mostra Macu de Teatro da Escola de Teatro Macunaíma de São Paulo. A peça, com um elenco de jovens e talentosos atores, entre eles Adriano Costello (deitado na foto), será apresentada nos dias 5, 6 e 7 de julho, às 19 e 21 horas, na sala 3. Confira &lt;a href="http://www.macunaima.com.br/mostras/68/index.php"&gt;programação&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-9155165373762681959?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/9155165373762681959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=9155165373762681959&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/9155165373762681959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/9155165373762681959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2008/06/teatro-visita-de-uma-velha-senhora.html' title='Teatro: A visita de uma velha senhora'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/SEVneS-pYII/AAAAAAAAAQM/sUrEeqCiGQY/s72-c/foletim.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-601525588461648327</id><published>2008-05-28T07:30:00.000-07:00</published><updated>2008-05-28T08:52:55.061-07:00</updated><title type='text'>Livro tese revela os maiores medos dos professores</title><content type='html'>&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Por Betto Ferreira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;&lt;br /&gt;Com o título &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Os medos dos pofesores... é só deles?&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;, foi lançadao hoje um livro que aponta atualmente os sete principais medos dos professores. Segundo Luísa Cristina Fernandes, autora do livro, que resultou de sua tese de mestrado, "&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;o nível salarial, a desmotivação escolar dos alunos e a indisciplina são três dos maiores medos dos professores".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Segundo a autora, com relação a desmotivação, os professores não entendem por que é que muitos dos alunos não prestam atenção aos que lhes é ensinado nas aulas e isso faz com que eles, professores, temam por não saber lidar com a situação. Juntas, de acordo com a autora, desmotivação e indisciplina, têm feito aumentar de forma considerável a violência nas escolas nos últimos anos, o que aumenta também o medo dos mestres de trabalhar longe de casa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);"&gt;Para Luísa Fernandes, entre outros pontos interessantes que diz em seu livro-tese, "para que os alunos se motivem, os professores também precisam de estar motivados, contribuindo assim para o seu sucesso pessoal e para a sua realização profissional."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;É possível imaginar a qual País do mundo a notícia acima se refere? Brasil, claro? Engano. A notícia, resumida evidentemente,  refere-se a situação atual da educação em Portugal, Pais Europeu, e foi publicada ontem (27.05.08)  pela  Agência de Notícia  Lusa. Apesar do sotaque diferente, vale a pena ler a matéria na integra. Cá prá nós, quem sabe nos sirva de reflexão em relação a situação do professor  no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://noticias.sapo.pt/lusa/artigo/c3b1abf0cb0b96ba724226.html"&gt;Aperte cá.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-601525588461648327?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/601525588461648327/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=601525588461648327&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/601525588461648327'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/601525588461648327'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2008/05/livro-tese-revela-os-maiores-medos-dos.html' title='Livro tese revela os maiores medos dos professores'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-4241300642933489054</id><published>2008-05-25T19:24:00.000-07:00</published><updated>2008-09-28T12:15:58.808-07:00</updated><title type='text'>"Em meados do fim de setembro"</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style=""&gt;   &lt;span style="font-size:100%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Por Betto Ferreira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" &gt;"Certa vez um site de notícias informou que a cantora X sairia do grupo Y '&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" &gt;em meados do fim de setembro'&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" &gt;. Isso existe? Embora seja esquisita, a construçã&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:85%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" &gt;o merece análise".&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;br /&gt;                                                       O questiona&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/SD1r1C-pX-I/AAAAAAAAAH0/JwkMBHQ2U7I/s1600-h/pasquale24.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 181px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/SD1r1C-pX-I/AAAAAAAAAH0/JwkMBHQ2U7I/s200/pasquale24.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205435303387029474" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;me&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;nto acima é a introdução de um artigo do professor Pasquale Cipro Neto, publicado na R&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;evista do Brasil, com relação ao uso inadequado da palavra "meados", segundo ele, muitas vezes confundida com a idéia de "proximidade". Para o professor, essa confusão acontece em muitos outros casos da Língua.&lt;br /&gt;O artigo do profes&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;sor Pasquale é um exempl&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:arial;font-size:100%;"  &gt;o de como deveria ser o ensino de Língua na Escola em muitos de seus aspectos. A questão é que o ensino de Língua na escola tem sido restrito a leituras superficiais de textos e às pobres regras da gramática nortmativa. Ou, muitas vezes, por falta mesmo de conhecimento sobre a Língua.&lt;br /&gt;Um único questionamento sobre determinado aspecto da Língua deveria ser elemento gerador de outros qustionamentos. Entenda por que lendo o artigo completo de Pasquale.&lt;/span&gt;&lt;a href="http://docs.google.com/Doc?docid=df685z8h_11dkxsdvgf&amp;amp;hl=en"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Artigo completo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-4241300642933489054?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/4241300642933489054/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=4241300642933489054&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/4241300642933489054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/4241300642933489054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2008/05/em-meados-do-fim-de-setembro.html' title='&quot;Em meados do fim de setembro&quot;'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/SD1r1C-pX-I/AAAAAAAAAH0/JwkMBHQ2U7I/s72-c/pasquale24.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-7499087353497423529</id><published>2008-05-20T08:33:00.000-07:00</published><updated>2008-05-26T06:21:27.030-07:00</updated><title type='text'>Marchesi: professores compromissados no Brasil</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/SDL2SESFkiI/AAAAAAAAAGs/Lyn_rB_1UbM/s1600-h/201_falamestre_1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 258px; height: 217px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/SDL2SESFkiI/AAAAAAAAAGs/Lyn_rB_1UbM/s320/201_falamestre_1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5202491309814026786" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Por Betto Ferreira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Álvaro Marchesi (foto),  ex-secretário de Estado da  Educação da Espanha, diz em entrevista a revista Nova Escola (Abril, 2007) que a escola não está preparada para atender aos jovens. Segundo o hoje Secretário Geral da OEI (Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação), problemas de relacionamentos há em qualquer lugar do mundo, sendo mais delicado nos países com piores condições educacionais e sociais. Por isso, para Marchesi, nunca foi tão difícil ser professor nos dias de hoje nesses Países. Segundo ele, a situação será pior nos próximos anos porque os jovens apresentarão problemáticas  nunca antes enfrentadas pelos professores. Na entrevista, Marchesi faz ainda uma revelação interessante: &lt;span style="color: rgb(51, 51, 255); font-weight: bold;"&gt;"O Brasil é o País que tem mais professores compromissados com o ensino"&lt;/span&gt;.  Álvaro Marchesi é considerado um dos pais da reforma educacional espanhola, projeto que inspirou os nossos PCNs, segundo a revista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para entrevista compelata clique &lt;a href="http://revistaescola.abril.com.br/edicoes/0201/aberto/mt_220367.shtml"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-7499087353497423529?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/7499087353497423529/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=7499087353497423529&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/7499087353497423529'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/7499087353497423529'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2008/05/marchesi-professores-compromissados-no.html' title='Marchesi: professores compromissados no Brasil'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/SDL2SESFkiI/AAAAAAAAAGs/Lyn_rB_1UbM/s72-c/201_falamestre_1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-2819168764315445219</id><published>2008-05-18T16:27:00.000-07:00</published><updated>2008-05-18T16:43:29.523-07:00</updated><title type='text'>Universidade é lugar para pobres?</title><content type='html'>&lt;div class="Section1"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;          &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;Por Betto Ferreira&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;        O texto abaixo foi publicado em 1991 pelo Diário Popular (SP). Nele, eu manifestava a minha indignação em relação à necessidade de programas de apoio ao ingresso dos jovens em cursos universitários patrocinados pelas Universidades públicas de nosso País, fato esse que prejudicava, principalmente, os jovens das classes mais pobres. Será que hoje em dia ainda é assim ou alguma coisa já mudou em relação ao assunto?&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center;" class="MsoNormal"&gt;&lt;b&gt;*************************************************&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Universidade não é lugar de pobre&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 0, 102);" class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;Nesta época do ano, milhões de jovens em todo o Brasil esquecem um pouco as algazarras do dia-a-dia, substituindo-as por um apreço maior aos livros. O objetivos destes é ingressar no universo dos conceituados e graduados. Entre estes, a maioria – mesmo com um currrículo escolar abaixo da expectativa, proveniente da má, política educacional do Governo – se propaga da classe pobre. Assim, como as universidades públicas não absorvem a demanda, são os&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;alunos menos capacitados os reprovados nos testes de vestibulares. A solução, então, passa a ser as universidades particulares. Até aí tudo bem. Mas depois de sabidos os preços das mensalidades o desolamento é total.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 102);" class="Section2"&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;No Estado de São Paulo, que detém um grande número de escolas privadas de nível superior, os preços são um absurdo – ainda mais agora com a liberação de reajustes das mensalidades, através das medidas provisórias emitidas pelo Governo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;span style=""&gt;            &lt;/span&gt;Na universidade São Judas Tadeu, por exemplo, localizada no bairro da Mooca, - tendo esta um razoável conceito no Estado – o curso mais barato chega a Cr$ 28 mil, o mais caro, Cr$ 45 mil. Para subsidiar os estudos, por conta própria, nessa Escola, o aluno teria de ter um salário mensal de, no mínimo, Cr$150 mil. Na FMU, FGV, PUC, Metodista e outras escolas mais conceituadas, os valores são o dobro ou triplo da escola acima citada.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;O que mais desagrada estes jovens, no entanto, é saber que nas duas únicas escolas públicas no Estado, USP e Unesp, as cadeiras estão ocupadas por alunos ricos, que poderiam muito bem subsidiar seus estudos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 35.4pt;"&gt;Desta forma, o Governo, que defende a iniciativa privada, não está nem um pouco&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;preocupado com o progresso do País e tão pouco com a juventude deste. Enquanto isso, o sonho de ingressar na universidade está se tornando uma utopia para a grande maioria dos jovens brasileiros, uma vez que, também, os investimentos no setor da educacional continuam bem abaixo da necessidade.&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;  &lt;span style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-2819168764315445219?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/2819168764315445219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=2819168764315445219&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/2819168764315445219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/2819168764315445219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2008/05/universidade-lugar-para-pobres_18.html' title='Universidade é lugar para pobres?'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-6614535080884706317</id><published>2007-12-20T16:14:00.000-08:00</published><updated>2009-03-27T14:56:55.602-07:00</updated><title type='text'>Aluna de escola pública ganha concurso de redação</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/SSi5vQfEgPI/AAAAAAAAAdI/MnXvPWzXL90/s1600-h/100_0774.JPG"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 206px; height: 264px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/SSi5vQfEgPI/AAAAAAAAAdI/MnXvPWzXL90/s320/100_0774.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5271667585367441650" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Por Betto Ferreira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;     Daniele de Andrade (foto), aluna da 1ª série do Ensino Médio, da escola estadual Professor Doutor Laerte Ramos de Carvalho, localizada na Zona Sul de São Paulo, foi a grande vencedora do concurso de crônica da Universidade Presbiteriana Mackenzie-SP (UPM), edição 2007. Demonstrando uma “excelente articulação lingüística” e “alta capacidade crítico-analítico”, segundo as palavras da coordenadora do concurso, a professora Elisa Guimarães, da UPM, Danielle redigiu uma bela análise da crônica Gaiola ou asas, de Rubem Alves. Em seu texto, a aluna ressalta como um equívoco do autor da crônica a idéia de que apenas os jovens das classes menos favorecidas são vítimas da má educação escolar. Na opinião dela, também os jovens das camadas mais altas da população têm perdido o interesse pelos estudos. Como prêmio, Danielle recebeu diploma e medalha, além da admiração dos colegas da escola. Como professor da escola pública, nós ficamos muito honrados com o talento de Danielle. &lt;a style="color: rgb(51, 102, 255);" href="http://docs.google.com/Doc?id=df685z8h_67dfr8g8g8&amp;amp;hl=en"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt; para ler a crônica da Dani.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-6614535080884706317?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/6614535080884706317/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=6614535080884706317&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/6614535080884706317'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/6614535080884706317'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2007/12/aluna-de-escola-pblica-ganha-concurso.html' title='Aluna de escola pública ganha concurso de redação'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/SSi5vQfEgPI/AAAAAAAAAdI/MnXvPWzXL90/s72-c/100_0774.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-8141456719070162901</id><published>2007-09-27T16:05:00.000-07:00</published><updated>2008-05-16T08:51:46.832-07:00</updated><title type='text'>Sem vergonha*</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Por Betto Ferreira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        Há respeito da matéria “hablas espanhol?” (Espaço do sol, dia 8 01 de 2007), que vergonha devemos ter por não sabermos como dizer certos nomes e/ou expressões em outra língua que não a nossa? Já não somos submissos há muitos aspectos da cultura estrangeira? Temos também de nos submetermos à lingüística estrangeira? Vamos ser sempre assim: um povo sempre submisso? A propósito, como professor e lingüista, tenho visto problemas muito mais sérios no uso da língua portuguesa cometido por esse jornal diariamente e nem por isso acho que seus redatores devam se sentir envergonhados. Saber um a língua não é saber apenas como dizer algumas palavras e/ou expressões nessa língua. Mesmo um brasileiro não deve se envergonhar de não saber como dizer certas palavras de sua língua, quanto mais de outra língua qualquer. Por isso, não concordo com este jornal quando sugere que os brasileiros de Florianópolis devam se sentir envergonhados por não saber que &lt;em&gt;concha&lt;/em&gt;, em espanhol, se refira a genitália feminina e não, como em português, a um molusco marítimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;Texto publicado no Jornal Hora de Santa Catarina em 11/01/2007&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-8141456719070162901?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/8141456719070162901/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=8141456719070162901&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/8141456719070162901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/8141456719070162901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2007/09/sem-vergonha.html' title='Sem vergonha*'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-6832755556379504965</id><published>2007-09-24T16:44:00.000-07:00</published><updated>2008-05-16T08:52:34.235-07:00</updated><title type='text'>CRASE: um fenômeno lingüístico</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Por Betto Ferreira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em grego, &lt;strong&gt;crase&lt;/strong&gt; quer dizer fusão de duas coisas, de tal modo que não se consegue distinguir uma da outra..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo: quando a Brhama comprou a Antártica houve uma fusão entre as duas empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em algumas línguas, caso do Português, também há alguns casos (ocorrência) de fusão (= crase), geralmente envolvendo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- certos verbos como: IR, COMPARECER, CHEGAR, VISAR (= aspirar), ASSISTIR (= ver, presenciar), SOLICITAR, PREFERIR, etc.&lt;br /&gt;- certos adjetivos como: ÚTIL, SENSÍVEL, APTO, etc.&lt;br /&gt;- e a preposição A que tais palavras exigem na construção de frases.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê?&lt;br /&gt;Na sua relação com o seu complemento (indireto) ou advérbio (= idéia de &lt;strong&gt;modo&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;tempo&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;lugar&lt;/strong&gt;), estes verbos e adjetivos exigem a presença da preposição &lt;em&gt;A&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ou seja:&lt;br /&gt;. quem vai, vai &lt;em&gt;A&lt;/em&gt; → algum lugar (= advérbio de lugar)&lt;br /&gt;. quem solicita, solicita algo &lt;em&gt;A&lt;/em&gt; → alguém (= complemento indireto do verbo)&lt;br /&gt;. quem é útil, é útil &lt;em&gt;A&lt;/em&gt;→ algo (= complemento do adjetivo)&lt;br /&gt;. quem prefere, prefere algo &lt;em&gt;A&lt;/em&gt; → algo (= complemento do verbo preferir)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1- Caso o complemento ou o advérbio sejam indicados por uma palavra feminina, vai ocorrer uma fusão entre a preposição A (exigida pelos verbos e adjetivos acima) e o artigo feminino A da palavra seguinte (o complemento ou advérbio):&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ex.:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Ele vai &lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt; + &lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt; igreja → Ele vai &lt;strong&gt;À&lt;/strong&gt; igreja.&lt;br /&gt;b) Ele solicitou um carro &lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt; + &lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt; secretária → Ele solicitou um carro &lt;strong&gt;À&lt;/strong&gt; secretária&lt;br /&gt;c) Ele está apto &lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt; + &lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt; causa → Ele está apto &lt;strong&gt;À&lt;/strong&gt; causa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 – Caso o complemento ou advérbio venha antecedido do pronome demonstrativo &lt;strong&gt;aquela&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;aquele&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;aquilo&lt;/strong&gt; a fusão da preposição &lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt; será feita com o &lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt; inicial desses pronomes, independente do gênero da palavra que indica o complemento ou advérbio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por ex.:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Ele vai &lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt; + &lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;quela igreja → Ele vai &lt;strong&gt;À&lt;/strong&gt;quela igreja.&lt;br /&gt;b) Ele vai &lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt; + &lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;quele campo → Ele vai &lt;strong&gt;À&lt;/strong&gt;quele campo&lt;br /&gt;c) Ele prefere isso &lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt; + &lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;quilo lá → Ele prefere isso &lt;strong&gt;À&lt;/strong&gt;quilo lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Regra&lt;/strong&gt;: o acento gráfico (&lt;strong&gt;`&lt;/strong&gt;) sobre &lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt; é exatamente para indicar que ocorreu, na escrita, a crase (= fusão) entre a preposição &lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt; e o artigo &lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;, de tal modo que não se reconhece um e outro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-6832755556379504965?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/6832755556379504965/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=6832755556379504965&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/6832755556379504965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/6832755556379504965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2007/09/crase-um-fenmeno-lingstico.html' title='CRASE: um fenômeno lingüístico'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-5184451039358511590</id><published>2007-09-12T13:13:00.000-07:00</published><updated>2008-11-22T18:19:44.856-08:00</updated><title type='text'>O fracasso do imperador</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Por Betto Ferreira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito se discute hoje os desmandos da educação escolar. Mas, a meu ver, entre outras coisas, para que toda educação e/ou ensinamento surtam o efeito esperado é preciso, antes de tudo, que o outro acredite ou esteja predisposto a acreditar naquilo que temos a ensinar. Caso contrário, a intenção de educar/ensinar cai no abismo da escuridão, junto com toda a nossa ilusão de (in)competência que nos foi conferida pela sociedade.&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;    Em O clube do Imperador o professor de História, Willian Hundert, tenta a todo custo estimular um aluno ao gosto pelos estudos a fim de faze-lo um Sr Júlio Cesar*. Como não conseguiu mudar o que fora plantado no início da formação do caráter do aluno e com isso, quem sabe, transformar o seu destino, o professor se sentiu um profissional fracassado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;    O drama do professor é, na verdade, uma metáfora do drama de todos nós, professores do chamado mundo moderno, que, por pressão da sociedade ou por ilusão da profissão, sente-se na obrigação de interferir na condição humana do outro. Trágico engano.&lt;br /&gt;  Tal competência não é exclusividade somente de quem educa e/ou ensina, é também de quem quer ser educado e/ou ensinado. Como, de acordo com Olivier Reboul (Introdução à retórica, 1988), educar e/ou ensinar são atos praticados por meio da persuasão interativa, utilizando-se de argumentos ou atitudes argumentativas, toda educação ou todo ensinamento, em qualquer fase da vida, só terá efeito se o outro, ou seja, aquele a quem pretendemos atingir com nosso conhecimento, estiver predisposto a receber, com a devida importância, aquilo que ensinamos. E a predisposição de aprender, no caso da educação escolar, está acima do professor. Tem a ver com a cultura de valor de um povo.&lt;br /&gt;  Por uma ou outra razão – quem sabe por influência da educação doméstica, na adolescência; quem sabe por seu próprio interesse, quando adulto –, no caso do aluno do filme, alguma coisa fez dele um sujeito predisposto às idéias da ambição e da arrogância, por isso persuadido, desde cedo, a ser o homem ambicioso e arrogante, no que se tornou.&lt;br /&gt;  Os princípios morais e éticos presentes no discurso do professor podem até ter contribuído como reforço a posição contrária do rapaz - afinal, é em função do que o outro diz que formulamos nossas respostas, segundo as teorias da retórica clássica e moderna. Mas não foram suficientemente convincentes para que moldassem, muito menos mudassem, o seu caráter, como pretendia o professor.&lt;br /&gt;    Fracassados nos sentimos todos diante de situações como a que viveu Hundert. Não só nós professores, mas todos aqueles que lidam diretamente com questões de ordem emocional. Afinal, ao contrário do que se imagina, somos também sensíveis a emoções. Talvez por isso, pretendemos ainda muitas vezes, como foi o caso da personagem, assumir a figura do sacerdote, cuja missão é mudar o (des)caminho da vida de cada um. Em especial nos dias de hoje, quando se sabe que estão em evidências vários outros fatores sociais que concorrem diretamente ou indiretamente, e com maior peso, contra as matérias e disciplinas escolares, o sacerdotismo pedagógico é uma máscara que muitos insistem em usa-la. Vai ver que é porque nos falta alguém dizer que não somos os únicos responsáveis pelos problemas de ordem moral ou ética da humanidade.&lt;br /&gt;  Soluções paliativas como a receita da aprovação automática, a pretexto de evitar a repetência e o desestímulo, parece ter sido um remédio inadequado e extremamente perigoso. No filme, o professor tentou remediar o aluno ao forjar sua nota a fim de curá-lo da arrogância, a fim de torna-lo um imperador perante os outros alunos. O resultado, como se viu, foi dramático: além de arrogante, a exemplo do pai, o rapaz se tornou um homem ambicioso, um valor altamente maléfico à humanidade, quando utilizado de forma inadequado e que em nada contribua para o histórico social.&lt;br /&gt;  Portanto, mais que depressa, é preciso nos convencermos e convencermos também a sociedade e governos de que nem toda receita tem eficácia na cura de uma doença que é crônica – no caso da educação escolar, a doença da pobreza cultural e da ignorância. Infelizmente, não depende só de nós, os professores, ainda que fôssemos plenos de inteligências, que todo mundo chegue a ser um senhor Julio César. O imperador fracassou.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;*Nome dado ao vencedor do concurso realizado na escola da história do filme.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-5184451039358511590?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/5184451039358511590/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=5184451039358511590&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/5184451039358511590'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/5184451039358511590'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2007/09/o-fracasso-imperador.html' title='O fracasso do imperador'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-978135498972459534</id><published>2007-09-10T15:25:00.000-07:00</published><updated>2008-05-16T08:53:59.397-07:00</updated><title type='text'>Ensino de Português no EM. Para quê?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Por Betto Ferreira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        De acordo com Celso Luft, em sua Moderna Gramática Brasileira (2002), enquanto esquema natural da vida humana e código de linguagem verbal específico do ser humano, a língua existe na cabeça de cada um. Ou seja, em qualquer lugar do mundo, todo homem faz uso de uma determinada Língua para se comunicar verbalmente, ainda que não saiba como isso se processa dentro de si. No caso de nós brasileiros, essa Língua se chama Língua Portuguesa - que muito bem podia se chamar Língua Brasileira, mas isso já é outra discussão. Entretanto, embora seja algo natural, como quase tudo nas relações humanas, a língua também sofre interferências de vários fatores, não tão naturais assim. Tais interferências – que podem ser de ordem política, cultural, geográfica, etc. – acabam, de alguma maneira, se sobrepondo ao esquema natural da língua e exigindo, até como forma de preserva-la, certas normas para o seu uso. Como todos os falantes/usuários, em especial os jovens alunos, estão inseridos no mesmo contexto de sua Língua, faz-se necessário que estes tomem conhecimento dessas normas (ou parâmetros socialmente estabelecidos) a fim de, segundo Luft, saber atuar lingüisticamente usando a própria Língua e não apenas saber a língua. Nesse sentido, saber a língua e saber atuar lingüisticamente têm a ver com aquilo que Chomsky chama de competência (o saber) e performance (saber atuar habilidade). Portanto, como componente curricular do Ensino Médio, se bem fundamentado, inserido no contexto lingüístico e literário, o estudo da Língua Portuguesa pode contribuir, e muito, no sentido de tornar o jovem aluno um ser lingüístico mais atuante, tanto como leitor/ouvinte quanto escritor/falante. Em especial no mundo globalizado de hoje, como todo conhecimento (invenções, descobertas, estudos, etc.), se manifesta por meio da Língua verbal (oral ou escrita), saber atuar lingüisticamente ( ou seja, ter habilidade no uso da Língua) é requisito imprescindível na formação intelectual e cultural do homem moderno. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-978135498972459534?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/978135498972459534/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=978135498972459534&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/978135498972459534'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/978135498972459534'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2007/09/ensino-de-portugus-no-em-para-qu.html' title='Ensino de Português no EM. Para quê?'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-8288573601561448382</id><published>2007-09-08T18:33:00.000-07:00</published><updated>2008-05-16T08:54:32.308-07:00</updated><title type='text'>Acentuação gráfica, para quê?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Por Betto Ferreira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;        A acentuação gráfica (ou marcação gráfica) cumpre apenas uma finalidade: a de indicar, quando escrita a palavra, o som tônico vocálico de uma de suas sílabas, aquelas que indicam se a palavra é oxitona, paroxitona ou proparoxítona, ou se um monossílabo tônico. Entenda-se por sílaba o conjunto de fonemas (= sinais sonoros) articulado numa só impulsão/articulaçção oral. Fora disso, essa marcação é prescindível, ou seja, pode ser desconsiderada pela ortografia do português. Até por que todo usuário dessa Língua sabe quando deve pronunciar /&lt;em&gt;secretaria/&lt;/em&gt; com o sentido de &lt;em&gt;nome de profissão&lt;/em&gt; ou com o sentido de &lt;em&gt;nome de lugar&lt;/em&gt; ou de &lt;em&gt;verbo&lt;/em&gt; (secretariar). O problema está na escrita. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para mim, apenas em caso de extrema dificuldade em diferenciar num texto escrito o sentido (=significado) da palavra, o que não ocorre com frequência na língua, é que se deveria fazer valer o acento gráfico. A situação a seguir, e ainda como frase isolada, seria um desses exemplo: &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;a) A &lt;em&gt;secretaria&lt;/em&gt; ficou sozinha por um instante. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como se pode ver, neste caso é quase impossível reconhecer o sentido da palavra em destaque. Daí a marcação gráfica (´) na sílaba tônica &lt;em&gt;tá&lt;/em&gt; seria necessária para orientar o leitor do texto escrito quanto ao sentido da palavra, ou seja, de que se trata do nome da profissão (= aquela que executa serviços de secretariado) e não do lugar onde se executa os serviços. Mas creio que ocorrências como (a) em Língua Portuguesa ocorre muito pouco. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por isso, como professor de Língua Portuguesa, há dez anos, e estudioso dos princípios lingüísticos, acho desnecessário o acento gráfico como marcador de tonacidade sonora. Mesmo nos chamados &lt;em&gt;acentos diferenciais&lt;/em&gt; nunca achei necessário a marcação gráfica em palavras como &lt;em&gt;pára&lt;/em&gt; (= verbo &lt;em&gt;parar&lt;/em&gt;) para diferenciar de &lt;em&gt;para&lt;/em&gt; (= preposição). Impossível o leitor não reconhecer os dois sentidos da grafia na situação a seguir:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;b) O menino &lt;em&gt;para&lt;/em&gt; a todo instante &lt;em&gt;para&lt;/em&gt; comer.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ou mesmo em situações como em&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;c) &lt;em&gt;Para&lt;/em&gt; você João.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O contexto vai orientar para o verdadeiro sentido da palavra, com certeza. Ninguém iria escrever tal coisa fora de um contexto língüístico maior.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Agora, no caso de uma palavra cuja pronúncia não seja conhecida pelo usuário é só ensiná-lo como é que se pronuncia a tal palavra. Mesmo porque aprendi que há muito mais coisas a ensinar e a aprender em questões de linguagem que uma símples imposição normativa com relação aos sinais gráficos de tonacidade vocálica. Ainda bem que alguém está usando o bom senso com esta nova reforma (já confirmada pela imprensa na semana passada), embora ainda de forma muito tacanha. Volto a falar do assunto. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-8288573601561448382?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/8288573601561448382/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=8288573601561448382&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/8288573601561448382'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/8288573601561448382'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2007/09/acentuao-grfica.html' title='Acentuação gráfica, para quê?'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-1587042188744254052</id><published>2007-09-04T16:25:00.000-07:00</published><updated>2008-06-28T08:54:36.171-07:00</updated><title type='text'>Adolescente: trabalhar para não ser bandido?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Por Betto Ferreira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    Segundo um relatório (&lt;em&gt;Juventude e Trabalho Decente na América Latina e no Caribe&lt;/em&gt;)divulgado hoje (04.09) pela OIT (Organização Internacional do Trabalho), os jovens da América Latina e do Caribe, entre &lt;strong&gt;15 e 24 anos&lt;/strong&gt;, enfrentam índices de desemprego muito maiores que os adultos. No total da massa de trabalhadores da região, de acordo com o relatório, os jovens dessa faixa de idade - 106 milhões, no total - representam 46% dos desempregados. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como professor da escola pública há dez anos, um dado deste relatório é motivo de minha preocupação: o fato de 15 anos ser uma idade já inserida na medição do índice de desemprego. Um jovem entre 15 e 17 anos, além de estar na escola, não deveria estar praticando algum tipo de ocupação no período livre - algum tipo de lazer, esporte e/ou conhecimento técnico-profissional, por exemplo? Por que tem sido cada vez mais comum, mesmo nos meios pedagógicos, que o jovem pobre tenha que trabalhar sob o rsico de, não o fazendo, se tornar bandido? O jovem rico nessa faixa de idade trabalha, por acaso? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Outro dia, um dos meus alunos da 8ª série, 14 anos, se muito, disse-me que iria estudar à noite porque teria de trabalhar. Perguntei-lhe se ele tinha realmente necessidade daquilo. Ele respondeu que não, mas que era preciso trabalhar para que não se tornasse um bandido. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Diante da sua resposta, tive pena daquele meu jovem aluno, criança ainda submetido à censura absurda de não poder ser criança. Não é hora de se pensar mais a respeito da propaganda exagerada em torno do trabalho como a única forma de fazer do ser jovem um ser sadio? O trabalho efetivo do jovem, dos 15 aos 17 anos, não seria exatamente as atividades escolares (e o lazer), sendo os pais, pessoas adultas, bem remuneradas, responsáveis pelo sustento do filho até que este, na fase adulta, preparado estivesse para se manter, tanto financeiramente quanto intelectualmente?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um jovem exposto à condição de um adulto exigirá sempre, e com razão, os direitos que são de direito dos adultos. Ou seja, um jovem que trabalha, vai certamente exigir que tenha a liberdade de impor condições, em especial aos pais. Dessa forma, não aceitará que estes lhe obriguem ir à escola, nem a fazer aquilo de que não gosta.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Acho que é preciso pensarmos em relação a isso. Temos de convencer o jovem de que a escola é a sua obrigação com vista ao seu projeto de ser cidadão, pois é seu futuro e do país (e do mundo) que estão em jogo. Se o jovem quer ser responsável (igenuamente muitos se julgam, embora não seja o que se constata em suas atitudes cotidianas), ele tem de estudar. &lt;em&gt;Trabalho&lt;/em&gt; é coisa para pessoa adulta. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-1587042188744254052?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/1587042188744254052/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=1587042188744254052&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/1587042188744254052'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/1587042188744254052'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2007/09/adolescente-trabalhar-para-no-ser.html' title='Adolescente: trabalhar para não ser bandido?'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2726724679405088105.post-2534129093894819746</id><published>2007-09-03T17:20:00.001-07:00</published><updated>2008-05-16T08:55:46.509-07:00</updated><title type='text'>Escola: lazer ou estudo?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/RtyuVOyBW2I/AAAAAAAAAAM/KZz348WpfDU/s1600-h/100_0180.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5106147757299686242" style="margin: 0px 10px 10px 0px; float: left; width: 271px; height: 198px;" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/RtyuVOyBW2I/AAAAAAAAAAM/KZz348WpfDU/s320/100_0180.JPG" border="0" height="219" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Por Betto Ferreira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ultimamente a escola tem sido vista como um espaço mais de entreterimento do que como um espaço de estudo das teorias e da reflexão cognitiva. Autores como Rubem Alves, chamado de consultor pedagógico (sic), chega mesmo a sugerir que a escola que se volta para a reflexão do conhecimento científico mais des-educa do que educa. Na opinião dele, as crianças são podadas em suas curuisidades diante daquilo que ele chama de &lt;em&gt;pedagogia do absurdo&lt;/em&gt; praticada pela escola hoje em dia. Em sua crônica &lt;em&gt;Pinóquio às avessas&lt;/em&gt; ele coloca a escola como o espaço do retrocesso em que o aluno (criança ou adolescente) entra &lt;em&gt;ser&lt;/em&gt; e sai &lt;em&gt;&lt;em&gt;boneco&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;. Ou seja: para Rubem Alves, os adolescentes são inteligentes, sim, a escola e, em especial, os professores é que os tornam ignorantes. Estaria o autor certo ou sua visão da educação escolar destoa do verdadeiro sentido da escola como espaço do conhecimento? Afinal, para que serve a escola: para espaço de lazer e de comportamento ético ou espaço do saber propedeutico? O que você pensa disso? &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2726724679405088105-2534129093894819746?l=letraseeducacao.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/feeds/2534129093894819746/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=2726724679405088105&amp;postID=2534129093894819746&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/2534129093894819746'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2726724679405088105/posts/default/2534129093894819746'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://letraseeducacao.blogspot.com/2007/09/ultimamente-escola-tem-sido-vista-como.html' title='Escola: lazer ou estudo?'/><author><name>Redação</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_UiUi-KiasxI/RtyuVOyBW2I/AAAAAAAAAAM/KZz348WpfDU/s72-c/100_0180.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
